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22 de dezembro de 2014

[Resenha]: Lola e o garoto da casa ao lado

"- Então você acredita em segunda chance? - mordo o lábio.
- Segunda, terceira, quarta. O que for preciso. Por mais tempo que leve. Se for a pessoa certa. - ele acrescenta.
- Se essa pessoa for... a Lola?
Dessa vez, ele retém meu olhar.
- Só se a outra pessoa for o Cricket."

Meigo, fofo, romântico, engraçado, divertido... são alguns adjetivos que posso usar ao falar desse livro. Desde que li Anna e o beijo francês (clique aqui pra ver a resenha), adorei o jeito que a Stephanie Perkins escreve, uma maneira leve e meiga. Não consegui resistir, TIVE que ler seu segunda livro, Lola e o garoto da casa ao lado (e agora preciso mesmo ler Isla and the happily ever after!- não, ainda não lançaram aqui no Brasil... mas pela linguagem do livro, não se assustem ao pensar que só tem a versão em inglês ainda), e o não me arrependi em momento algum, fiquei apaixonada pela história. 

Editora: Novo Conceito
Páginas: 288
Lançamento: 2012

Lola era uma adolescente de 17 anos que morava com seus dois pais, Andy e Nathan, e não gostava muito de se lembrar da sua mãe biológica. Ela namorava Max, integrante de uma banda de rock, e nenhum de seus pais aprovavam esse relacionamento, porque achavam ele muito velho pra ela (22 anos). Eles estavam muito bem até que um dia Lola percebe que estava recebendo novos vizinhos.

A casa cor de lavanda ao lado estava sendo ocupada mais uma vez. No fundo Lola estava entrando em colapso. "Não. Não. Não. Por favor, não.". Ela não queria imaginar como seria se os gêmeos Bell voltassem a morar lá depois de dois anos. Maaas... Sim. A primeira pessoa que Lola vê é um deles. Mas, onde estava o irmão? Não, não estava ali, Até o fim de semana.  

Bom, durante o livro vamos entendendo melhor o motivo dela não querer se encontrar com eles novamente, mas mesmo assim, ela acaba tentando cultivar uma amizade com os irmãos Bell, Calliope e Cricket, o Cricket

Lola trabalhava no cinema, junto com Anna e St. Clair (siiiim, eles mesmo!! *-*), os quais acabaram descobrindo seu novo vizinho e começaram, junto com sua outra amiga Lindsey, a falarem com Lola o que ela não queria perceber que estava acontecendo, até que se deu conta de tudo. 

A amizade dela com Cricket era uma amizade acabou não dando muito certo já que ambos estavam completamente apaixonados um pelo outro (desde muito tempo, e que achavam que já tinha superado), e esse amor dos dois acabou fazendo Lola perceber que Max não era a pessoa certa, e para a alegria de seus pais, de sua amiga - e dela própria, convenhamos - ela terminou com ele. Nessa época, Norah, sua mãe biológica estava na casa dela, e um dia lendo sua sorte, deu dicas à Lola que seu relacionamento com Max estava acabando, e que um outro surgiria com uma amor antigo, o primeiro amor. Será que a mãe dela estava totalmente certa?  

Acho que vocês deveriam ler esse livro e descobrirem melhor essa história toda, com todos os detalhes. Vão perceber também que a Lola nunca deixa os problemas acabarem com sua felicidade, sempre dá um jeitinho que dar a volta por cima! 

"Só porque algo não é prático, não significa que não vale a pena criar. Às vezes, a beleza e a magia da vida real são suficientes."

Quem quiser dar uma olhadinha no Book trailer: 



Espero que tenham gostado, e que leiam o livro em breve! 



12 de novembro de 2014

[Resenha]: Anna e o Beijo Francês

Stephanie Perkins é uma escritora norte americana. É autora de "Anna e o beijo francês", "Lola e o garoto da casa ao lado" - pretendo ler logo - e "Isla e o felizes para sempre" - pretendo comprar e ler logo. 

"Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs — ou qualquer nome que eles dão a estes — em cada esquina... Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris. A Cidade Luz! A cidade mais romântica do mundo.” Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris, já que seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, uma melhor amiga fiel e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, Anna conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito. Só que Etiénne, além de tudo, tem uma namorada... Anna e Etiénne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer? Stephanie Perkins escreveu um romance de estreia divertido, com personagens espirituosos que garantem dedos formigando e corações derretendo."

Editora: Novo Conceito
Páginas: 286
Ano: 2011


Anna e o beijo francês é um livro completamente cativante, daqueles que quando você lê a primeira página já quer ler todo o resto de uma vez hahaha. A linguagem é super simples e de fácil leitura, por isso os amantes de livros vão ler tudo em um dia... Confesso que deveria ter lido há muito tempo, porque não fiz isso antes ?!

Anna Olphant. Americana, 17 anos e filha de um escritor famoso – apesar de não gostar muito de suas obras. Anna sempre viveu em Atlanta, tinha sua melhor amiga Bridge, seu ex-namorado, e Toph, seu colega de trabalho e seu ‘’amor’’. Mas em seu último ano do ensino médio, seu pai resolve matriculá-la na SOAP (School of America In Paris). No principio Anna não queria morar na França de forma alguma, para ela aquilo estava sendo o fim do mundo! Ficar longe de sua amiga, de seu irmão mais novo e de toda a sua vida. Maaas... como ela não tinha como falar não, foi morar em Paris.

No dia em que chegou Anna conheceu Meredith, com o quarto no seu corredor. Nesse mesmo dia, depois de uma conversa com Mer, ela se esbarra com Étienne St. Clair no corredor. St. Clair era só o menino mais lindo, popular e inteligente da escola, que chamava a atenção de todos, e que namorava com Ellie. Seus outros amigos são Rashimi e Josh – também namorados. Quando Anna chegou em França, não sabia falar nem entender nada em francês, e St. Clair a ajuda com esse pequeno problema, até que ela começa a se adaptar com a língua. Com o tempo, St. Clair e Anna começam a ficar mais próximos, e acabam se apaixonando. Mas como St. Clair namorava Ellie e Anna gostava de Toph, e também tinha a questão de sua amiga Mer ser apaixonada por ele também, e então nenhum falou nada sobre isso um com o outro.


"(...) Quanto mais você sabe quem você é e o que quer, menos você deixa que as coisas te chateiem.
E percebo... que está tudo bem. Tudo bem se St. Clair e eu nunca formos mais do que amigos. Sua amizade me fortaleceu de uma forma que nenhuma outra conseguiu. Ele me tirou do quarto e me mostrou o que é ser independente. Em outras palavras, ele era exatamente aquilo que precisava. Eu não me esquecerei disso. E certamente não quero perder isso."


Certo dia, Étienne descobre que sua mãe estava muito doente, é quando a história começa a ter um desenrolar mais interessante, Anna e St. Clair ficam ainda mais próximos. Enfim chega as férias. Anna volta para os Atlanta, e Étienne, para a Califórnia, visitar a mãe. Durante esse tempo, os dois trocaram vários e-mails e ligações todos os dias, contando tudo sobre o dia deles, o feriado de natal, o ano novo... Nesse meio tempo também, Anna descobre que sua melhor amiga Bridge estava namorando com Toph, e nenhum tinha falado nada com ela, o que faz com que ela pense ainda mais em Étienne, com que compartilha todos os seus momentos com ela e vice-versa. E é quando as férias acabam e que eles se reencontram, que as coisas ficam ainda mais claras, e a história chega em seu destino final.


"- Mas... - Eu não consigo pensar direito. 
- Eu comprei poemas de amor para você! 'Eu a amo como certas coisas obscuras são amadas, secretamente, entre a sombra e a alma.'
Eu pisco para ele. 
- Neruda. Eu marquei com um asterisco essa passagem. Deus - ele lamenta - Por que você não o abriu? 
- Porque você disse que era para as aulas. 
- Eu disse que você era linda. Dormi na sua cama!
- Você nunca tomou a iniciativa! Você tinha namorada!"


Bom, aconselho muito esse livro. A capa é super fofa – uma das coisas que me chamou atenção quando o vi pela primeira vez, vou ser sincera – e a história vai te envolvendo a cada linha, e você simplesmente não quer largar o livro até o final. E no fim, dá aquela depressãozinha... acabou...
É isso, espero que leiam e que gostem do livro :) 


P.S. Sei que não posto há muito tempo, mas estou correndo com a faculdade e com o trabalho, mas sempre que der, estarei aqui :)